Cirurgias pós-bariátrica, reconstrução mamária e redução por gigantomastia são direito seu pelo plano de saúde. Atuamos com liminares de urgência para garantir seu procedimento em até 72 horas.
Nos envie a negativa do plano e o laudo médico pelo WhatsApp. Nossa equipe analisa e te diz se vale a ação — sem custo e sem compromisso.
Falar com Advogada AgoraSe você passou por alguma dessas situações, a Justiça está do seu lado.
Cirurgia pós-bariátrica negada como "estética"
Após perder peso com a bariátrica, o convênio recusa abdominoplastia, dermolipectomia ou mamoplastia dizendo que é vaidade.
Reconstrução mamária negada após câncer de mama
Sua mastectomia foi coberta, mas o plano cria obstáculos para a reconstrução ou nega as próteses indicadas pelo seu cirurgião.
Redução mamária negada mesmo com laudo de gigantomastia
Seu médico comprova dores na coluna, deformidade postural e lesões de pele, mas o plano alega que a mamoplastia redutora "não tem cobertura".
Cirurgia aprovada, mas materiais (OPME) negados
O convênio autorizou o procedimento mas recusa fornecer as próteses, órteses ou materiais especiais indicados pelo cirurgião responsável.
Rinoplastia funcional ou blefaroplastia corretiva negada
Procedimentos que corrigem problemas funcionais documentados são recusados com justificativa de "caráter estético", abuso previsto em lei.
Se você disse SIM para qualquer item acima…
O STJ já pacificou: essas negativas são ilegais. Temos mais de 600 liminares concedidas para provar.
Quero Reverter Minha NegativaAdiar tem um preço que vai além do financeiro.
Assaduras, dores crônicas na coluna, depressão e infecções de pele são consequências reais de cada mês sem a cirurgia. Não é frescura — é saúde sendo destruída.
As operadoras negam sistematicamente pois menos de 10% das pessoas buscam seus direitos. Cada mês que passa é mais lucro para elas — e mais sofrimento para você.
Ações judiciais têm prazo prescricional. Quanto mais o tempo passa, mais evidências se perdem e mais difícil fica provar a urgência para a concessão da liminar.
Todas com respaldo do STJ, ANS e jurisprudência consolidada. O plano é obrigado a cobrir.
Retirada do excesso de pele após cirurgia bariátrica. O STJ reconhece como continuação necessária do tratamento da obesidade, sem caráter estético.
Garantida por lei federal (nº 9.797/99) após mastectomia por câncer. O convênio é obrigado a cobrir a reconstrução e os materiais necessários.
Quando mamas hipertróficas causam dores, postura comprometida e lesões na pele, a redução deixa de ser estética e passa a ser tratamento médico compulsório.
Retirada de excesso de pele nos braços e coxas após grandes perdas de peso. Complicações como dermatites e infecções recorrentes tornam a cirurgia indispensável.
Quando o excesso de pele palpebral compromete a visão ou causa cefaleia crônica, o procedimento tem indicação funcional documentada — não estética.
O plano não pode autorizar a cirurgia e negar os materiais. Próteses, redes, expansores e implantes indicados pelo cirurgião devem ser fornecidos integralmente.
4 etapas simples. Tudo digital. Você não precisa sair de casa.
Envie a carta de negativa do plano e o laudo do seu médico pelo WhatsApp. Nossa equipe avalia a viabilidade da ação em até 2 horas, sem custo.
Apresentamos a proposta de honorários (muitas vezes apenas em caso de êxito). Contrato assinado digitalmente — sem burocracia, sem deslocamento.
Protocolamos a ação judicial com pedido de tutela de urgência. O juiz analisa e, em média, concede a liminar dentro de 24 a 72 horas obrigando o plano a custear a cirurgia.
Com a liminar em mãos, o plano é obrigado a autorizar imediatamente. Você agenda com seu médico e realiza o procedimento que esperava há meses — custeado pelo convênio.
Com mais de 600 cirurgias plásticas liberadas via plano de saúde, a Maysa é reconhecida como uma das maiores especialistas do Brasil em tutelas de urgência contra negativas de operadoras. Sua abordagem combina agilidade judicial, profundo conhecimento da ANS e um histórico de êxito que fala por si.
Histórias reais de pacientes que não aceitaram o "não" do plano.
Sim. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) pacificou que cirurgias reparadoras após bariátrica — abdominoplastia, braquioplastia, mastopexia, dermolipectomia — são continuação do tratamento da obesidade, sem caráter estético. A negativa do plano é ilegal.
Não. É conduta abusiva da operadora autorizar a cirurgia e negar os materiais (órteses, próteses, expansores) indicados pelo cirurgião. O material é parte integrante do procedimento e o plano não pode interferir na conduta médica.
A análise inicial é 100% gratuita. Após analisarmos a viabilidade do seu caso, apresentamos a proposta de honorários — que frequentemente inclui a modalidade de honorários apenas em caso de êxito, sem nenhum custo antecipado para você.
A liminar (tutela de urgência) é analisada pelo juiz geralmente em 24 a 72 horas após o protocolo. Com a liminar em mãos, o plano é obrigado a autorizar imediatamente e você agenda com seu médico. O processo principal pode levar meses, mas a cirurgia já acontece com a liminar.
Sim! Atendemos clientes de todo o Brasil de forma 100% digital. Todo o processo — análise, contrato, acompanhamento — é feito pelo WhatsApp, e-mail e videoconferência. Você não precisa se deslocar em momento algum.
Sim. A maioria dos nossos clientes chegam com 2 ou mais negativas. Na verdade, múltiplas negativas documentadas fortalecem a ação, pois demonstram a reiteração da conduta abusiva da operadora. Isso pode inclusive gerar direito a indenização por danos morais.
Consulta inicial 100% gratuita. Você nos envia a negativa, nós analisamos e te dizemos se temos caso. Sem compromisso.
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